30 de mai de 2010

sou chata...

Eu sou muito famosa por ser "chata".

Não tolero desorganização.
Não suporto incompetência, não compactuo com mediocridade, nem falta de amor próprio.
Também não suporto que façam barulho em minhas poucas horas de sono.
Tenho mania por sapatos, em caixas.
Prefiro verdades, tenho asco a mimimis.
Minha cama precisa ter lençóis limpos, sempre!
Homens devem ser sempre homens para mim, sem manias femininas...
Não agüento metro sexuais.

Não sei rir quando NAO acho graça.
E não choro em filmes românticos... [ok, exceto na TPM!].
Tenho poucos amigos reais já que seleciono quem divide o ar comigo!
Gosto de vinho. Cerveja só alemã!
Uso dois ou três perfumes no máximo! Cheiro é identidade prá mim.
No meu carro, nada de cigarros!
Quando perguntam "td bem?" falo sempre a verdade... Doa a quem doer.
Se me dão bom dia, retribuo.
Sem muitos sorrisos.
Sou cômica, não engraçada.
Passo cremes DIARIAMENTE, religiosamente.
Leio dois a três livros por mês! Juntos, de preferência.
Se como doce, caminho!
Se como pouco, uso roupas justas!
Não sei ser de improviso, acho falso!
Enfim, sou uma chata!
hahahahah
22 de mai de 2010

Viu?

Vou falar / escrever porque [a regra do porque nunca entrou na minha cabeça!] não gosto de coisas entaladas. Temas deixados de lado e podem voltar à tona e matar alguém só com o olhar.


Estou cansada deste teu jeito supremo.

Das tuas "decisões".

Deste teu hábito cruel de saber exatamente e sempre o que está certo e o que [merda!] está errado!

Acho sem sentido o fato de você nunca assumir que é fraca. Frágil. Como todos deste universo ridículo.

Não consigo acreditar em uma só palavra que você profira a cada discussão.

Para falar a verdade eu mesma já pensei em te ignorar. Muitas vezes.

Não suporto toda vez que você solta à marca registrada: "eu sabia que seria assim!"

Tenho vontade de gritar: - Ora! Vai se fuder! Me deixa respirar!

Mas preciso admitir que queria muito saber o segredo!

Que te faz tão onipotente. Tão capaz de!

Sabem aquelas pessoas que você olha e logo pensa: - Essa é capaz de... [e aí pensa em qualquer absurdo desta vida].

Você não tem um segundo de paz? De mente vazia? Está sempre alerta como faróis de uma ilha distante a espera de sei lá o que...
Não consegue respirar e inspirar "PENSANDO" nisso? No "inspira / expira" como fazem nos relaxamentos?

Juro que tem dias que eu acho que será o teu último!

Tamanha é a petulância.

Tamanho é o desprendimento com as coisas de "gente normal".

Já falei desta mania de perfeição? Não? Pois bem...

Preciso falar que você não é perfeita...

Não é 100% razão..

E eu sei que às vezes tudo que você queria era um "colinho" um abraço um beijinho... Coisas de "gente normal"...

Não me venha com este papo de que precisas parecer forte para defender os seus...

Esse discurso já não cola mais...

Você só é deste jeito porque não se reconhece mais de outra forma.

Se perdeu.

Ou te deixaram perder.

Mas saiba que as pessoas não curtem.

Ficam com medo de todo este autoritarismo acabe te matando LITERALMENTE.

Como uma droga potente, sabe?

Pois é...

Se eu posso te aconselhar [e eu sei que posso!] peço que seja mais suave com você mesma.

Menos agressiva.

Mais na paz.

Mais na boa.

Mais relaxada.

Sorria mais. Brinque menos [ser engraçada, NÃO é definitivamente, ser SIMPÁTICA!]

Acredite mais no outro. Sem que ele precise provar nada...

Dance de alma... Sabe dança de alma? Cada um tem a sua... Você deve buscar a sua aí dentro!

AH! Sei lá sabe...



Só estou te dizendo isso porque você vale à pena... Senão não diria...

Estou aqui se precisar...

Sempre...

Eu nunca, mesmo nas piores rabugices, vou te deixar!

És, com certeza, minha melhor amiga...



Viu Lizandra?



... Um bj



Da sua amiga



Lizandra
7 de mai de 2010

Chorei!


Hoje chorei.
Chorei de cansaço.
De raiva.
De medo.
De tristeza.
De solidão.
Chorei pelo passado.
Pelo presente.
Pelo  futuro.
A cada lágrima um motivo novo para recomeçar a chorar.
Um choro libertador.
A vida pode ser cruel às vezes.
Tento dia a dia esquecer momentos marcantes ...
Mas às vezes eles voltam.
Assumem o comando.
Tomam posse.
E vem a culpa.
E eu choro.
Ninguém vê. Nem nota.
Um choro gritado. Nervoso. Que ninguém presencia.
Nunca.
E ela continua lá: a culpa!
Podia ser diferente. Não foi.
E hoje então, convivo com o silêncio!
Eu já disse que o silêncio me apavora...

Falta um mês!!!
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