13 de mar de 2011

Livro da Felicidade

Até quando uma pessoa suporta a angústia?

Um dia? Dois? Alguns meses? Talvez anos?

Até quando uma pessoa pode suportar a incerteza?

Aquela eterna sensação de que em segundos o mundo pode ruir?

No relógio do tempo quanto tempo temos entre o agora e o "não é mais"?

O que fazer quando viver é uma constante incógnita sobre todas as coisas?

Quando se desconfia da alma?

E em que momento desistir ou decidir seguir?

Qual o exato segundo do ridículo?

E da coragem?

Quando esquecer não é mais uma questão da distancia entre a causa e o efeito?

E quem disse que chorar leva a dor embora?

Onde encontrar o capítulo "Motivos" no Livro da Felicidade?

E que tempo é esse que não acaba nunca sem sequer ter começado o novo dia?

Qual a dificuldade em dizer a verdade?

Verdade? Que mentiras/enganos foram ditos para que ela seja tão importante?

Que imagem eu reflito nos teus olhos assustados?

E que perguntas ainda faltam para nossa história de vida?

2 comentários:

Tocando a vida disse...

Bacana! Muitas perguntas, todas de todos nós. Desde ontem estou com duas em específico: O que sobrará de referencial familiar e de capacidade de vínculo nas crianças que estão há dias, dentro de uma creche no Japão, esperando os pais buscarem depois da aula? Como cabe tamanha dor de abandono dentro de uma criança? Vá saber o tamanho da dor de cada um.....

josianaleite.leite@gmail.com disse...

Na infância me ensinaram a sonhar com mundo de faz de conta, quando crescemos vemos que não é simples e a felicidade não é tão conhecida como me foi contada, mas ñ temos direito e nem argumento para poder desistir, pois já vira covardia, mais também ñ me ensinaram que ñ entender certas coisa e simplesmente ñ querer vive las ñ é opção é falta de ousadia, que ousadia o que é isso? se me ensinaram a sonhar com príncipe encantado! então entro no seu texto e me faço todas essas perguntas...
ass: josiana leite-decorafino
É um prazer ler seus textos.

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Obrigada pela curiosidade...
minhas palavras são sinceras.
Reflexo do que vivo, ouço, vejo!

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